sábado, 16 de abril de 2011

Vereador Marcos Alves morre vítima de falência múltipla de órgãos

O ex-vereador de Maceió Marcos Alves (PR) morreu, na manhã deste sábado (16), vítima de falência múltipla de órgãos. O político estava internado desde a última quarta-feira (13) no Hospital da Unimed, em Maceió, depois de ter sofrido três hemorrogias externas. O corpo dele está sendo velado no cemitério Parque das Flores e o enterro acontecerá às 17h. De acordo com João Marcos Alves, filho do ex-parlamentar, o pai teria passado mal na quarta-feira da semana passada, depois de ter sangrado pelo nariz. Outras hemorragias surgiram no mesmo dia e Marcos Alves precisou ser internado às pressas. Ele tentava se re recuperar de uma hepatite C. “Meu pai era um homem alegre e se dava bem com todo mundo. Sentiremos muito a sua falta. Mas, sei que agora ele está com Deus”, disse o filho. Marcos Alves deixa esposa e três filhos. Ex-vereador estava se preparando para assumir mandato na Câmara. Segundo João Marcos, o pai, que estava na suplência do PR, preparava-se para assumir uma cadeira no Poder Legisaltivo de Maceió. “O Berg Holanda iria tirar uma licença e o painho ficaria no lugar dele. Infelizmente Maceió o terá mais para defender os interesses da cidade”, declarou o filho, de forma emocionada. Em 2008, Marcos Alves tentou voltar a ter assento na Câmara Municipal de Maceió, mas não conseguiu se eleger. Ele ficou na 2ª suplênica da coligação 'Amor por Maceió', formalizada entre os partidos PR e PMN. Ele obteve 3.230 votos. O último cargo público assumido por Marcos Alves foi o de diretor da Carph - Companhia Alagoana de Recursos Humanos e Patrimoniais, órgão pertencente ao Estado. Ele deixou a função em dezembro de 2010. E também no ano passado Marcos Alves voltou a ser notícia nos meios de comunicação. Ele teria sido o autor das denúncias, segundo o Ministério Público Estadual, que culminaram com a ação civil pública por ato de improbilidade administrativa contra o prefeito de Maceió Cícero Almeida (PP), gestores públicos da Slum e empresários do ramo da coletiva de lixo. O assunto ficou conhecido como a 'máfia do lixo', cujo esquema teria rendido um prejuízo de R$ 200 mil aos cofres públicos do Município.
Gazetaweb - com Janaina Ribeiro

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