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| FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS |
Jogando com apoio de sua torcida, o CSA tinha sobre suas costas o peso de ter perdido a primeira partida da final por 2 a 0, além do jejum de oito anos sem levantar a taça. Após a boa campanha na primeira fase e no hexagonal, o time do Mutange chegou motivado à decisão, apesar do início em desvantagem.
Por outro lado, o time do CRB, que foi criticado durante boa parte do campeonato, devido à irregularidade presente em várias exibições do Galo, acabou jogando a pressão para o rival após conquistar uma boa vantagem no primeiro jogo da decisão.
Desfalcado do volante Panda e do lateral-esquerdo Rafinha, dois dos principais jogadores da campanha azulina, o CSA entrou em campo muito modificado, com Hudson e Bruno Santa Rosa escolhidos como os substitutos.
Além disso, o atacante Rafael Oliveira acabou se machucando ainda no primeiro tempo do jogo, dando lugar a David Denner. Outro jogador que não entrou 100% foi o meio-campo Jean Cléber, que não treinou durante a semana e era dúvida para a partida.
E o técnico Mazola Júnior também teve problemas para escalar o time bicampeão alagoano. Dakson, que tomou o terceiro cartão amarelo no primeiro jogo, cumpriu suspensão automática e desfalcou a equipe, com Marcos Aurélio - que viria a ser substituído na segunda etapa - compondo o setor de meio-campo.
Porém, o Galo foi fiel à proposta de jogo que lhe bastava para levantar o troféu de campeão e, ao final da partida que teve dois jogadores expulsos - um para cada lado -, ainda marcou com o carrasco Neto Baiano, que entrou no lugar de Maranhão para fazer a alegria do torcedor alvirrubro.
Por Bruno Soriano e Fillipe Lima Gazetaweb

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