segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Olimpíada do Rio termina com samba e gostinho de quero mais

Cerimônia de encerramento da Rio 2016 (Foto: AFP)
Depois de uma festa que exaltou a brasilidade, a chama olímpica foi apagada em um ato cheio de simbolismo: enquanto a cantora Mariene de Castro interpretava a música Pelo tempo que durar, de Marisa Monte e Adriana Calcanhoto, uma chuva, que representa a abundância das águas tropicais, caiu sobre a pira, extinguindo o fogo. A mensagem, no entanto, não foi de finitude: uma grande árvore surgiu no centro da cena, ressaltando o novo começo.
Por fim, a maior festa brasileira ganhou o gramado do Maracanã, evocando a tradição dos blocos de rua de carnaval e o esplendor dos carros alegóricos que passam todos os anos pela Marquês de Sapucaí. Rainhas das escolas de samba, passistas, percussionistas e baianas juntam-se ao Cordão do Bola Preta para o último elemento da cerimônia, em um cortejo liderado pelo gari Renato Sorriso e a modelo brasileira Izabel Goulart.
Com uma poesia “saudade”,  de Arnaldo Antunes, a festa valorizou a cultura nordestina, com rendeiras e bailarinos ao som de “Asa Branca”, clássico de Luiz Gonzaga, que levantou o público no Maracanã.
Da Redação Com Agência Brasil 

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