Os
banqueiros permanecem irredutíveis, os bancários também. Nessa quebra de braço
quem está pagando a conta é a população, que precisa se virar para cumprir os
compromissos financeiros durante a greve, que completa hoje (29) 24 dias.
O
Sindicato dos Bancários de Sergipe (Seeb/SE) vai realizar uma Assembléia na
próxima segunda-feira, (03). Em todo o país, as assembléias têm o
intuito de mobilizar e fortalecer o movimento grevista, como forma de
pressionar a Fenaban por uma proposta melhor.
De
acordo com a presidente do SEEB/SE, Ivânia Pereira, nas rodadas de
negociações, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) permanece intransigente
e negando alterar a principal proposta econômica que permanece muito abaixo da
inflação, de 7% de reajuste.
“Na
última rodada, como não podia ser diferente, o Comando Nacional rejeitou a
proposta, por ser insuficiente e permanece à disposição caso a Fenaban queira
negociar”, afirma Ivânia Pereira.
Na
última quarta (28), em São Paulo, os bancos mantiveram a proposta de 7% de
reajuste, acrescido de abono de R$ 3.500 para este ano e propuseram a reposição
da inflação mais aumento real de 0,5% para 2017. Os vales e auxílios seriam
corrigidos pelos respectivos índices.
Hoje
pela manhã, a diretoria do Seeb/SE se reuniu com representantes do Banco
do Estado de Sergipe (Banese), para mais uma rodada de negociação. As rodadas
de negociações aconteceram nos últimos dias 16 e 27. Nelas, a direção do banco
reafirmou apenas que vai acompanhar o que for acertado na mesa de
negociação nacional com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), no tocante
às cláusulas econômicas e benefícios.
Por F5 News *Com informações do Seeb/SE
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