![]() |
| Reprodução/Justiça Federal |
Na ação penal, o MPF (Ministério Público Federal) acusa o
ex-presidente de ter recebido da Odebrecht um apartamento em São Bernardo do
Campo (SP) e um terreno em São Paulo para construção da sede do Instituto Lula.
Segundo a denúncia, em troca, a empreiteira foi beneficiada em contratos com a
Petrobras.
O despacho publicado hoje (20) cita o interrogatório do
ex-presidente realizado em maio, no processo em que ele foi condenado em
primeira instância. De acordo com Moro, aquela sessão "acabou envolvendo
gastos necessários, mas indesejáveis, de recursos públicos com medidas de
segurança".
Sob essa argumentação, o juiz pediu à defesa de Lula que se manifestasse sobre
a possibilidade de realizar o interrogatório por meio de videoconferência.
No dia 4 de setembro, serão interrogados os empresários
Marcelo Odebrecht, Dermeval de Souza Gusmão Filho e o executivo Paulo Ricardo
Baqueiro de Melo. No dia 6, serão ouvidos o ex-ministro Antônio Palocci, o
advogado Roberto Teixeira e Glaucos da Costa Marques, primo do pecuarista José
Carlos Bumlai.
Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci, será interrogado
no mesmo dia que Lula.
Da Agência Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário